Vários são os momentos na vida de um homem onde algumas decisões precisam que ser tomadas. Decisões como espremer ou não aquela espinha, deixar ou não o cabelo crescer, qual curso fazer, namorar ou não a menina mais “popular” da cidade... Depois vem decisões que requerem mais maturidade: Sair da casa dos pais no interior e ir pra cidade grande, qual a cor do carro, investir ou não na bolsa de valores (optamos por não investir por não termos grana mesmo), largar o emprego fixo para abrir seu próprio negócio... E, claro, não poderíamos nos esquecer daquelas do dia-a-dia que são mais comuns, mas não menos importantes, como: qual cerveja comprar pro churrasco com os amigos; se compra comida ou bebida num dia de pouca grana (essa é fácil... bebida, claro!); jogar video game e acabar perdendo a noite de futebol na quarta à noite na TV (que lástima!); ir ao Metrópolis na sexta ou ao Bolshoi no sábado; qual cueca escolher pro encontro; o sabor do Trident que a gata vai gostar; ligar ou ir até à casa daquele brother que há muito não nos vemos; levar a amiga gente “boa” pra pedalar, ou chamá-la para uma balada; terminar de ler aquele livro que tava “massa” e você esqueceu há dois meses em cima do criado mudo, logo, embaixo do livro “Dois Segundos” e dos cabos de guitarra e carregadores de bateria, ou ficar vendo House na TV; não mover uma palha, mesmo havendo a possibilidade de já haver barata na pia lotada de louça suja; pedir uma pizza ou preparar um miojo; ir ao Muay Thai ou à sanduicheria. E por aí vai...
As atitudes impulsivas e que visam conforto imediato, as vezes explosivas ou impensadas, muitas vezes acertivas, outras decepcionantes, nos fazem lembrar “daqueles dias”, sabem “aqueles dias”? Isso! Com a diferença que, conosco, a Testosterona tem efeito diário, imediato. Como somos quatro cabeças masculinas, envolvidos nessa pilha proporcionada por fatores (DESCULPAS) biológicos, nos vimos bem representados pela alcunha de TPMen.
Nós, cabaços editores desse blog, há duas semanas, talvez nem isso, tivemos um desses momentos tão importantes ao percebermos que embora sejamos frequentadores assíduos de alguns blogs, nem sempre nos sentíamos representados por seus conteúdos. Decidimos assim que era hora de criar nosso próprio, onde pudéssemos expor nosso dia-a-dia (da euforia à caverna de cada um), nos divertir e nos expressarmos de fato, sobre as coisas que consideramos importantes e sobre as que não consideramos também. Tudo visto daqui, do ponto de vista de quatro caras medianamente normais (ou não).
Então que fique bem claro. Todo comportamento estranho, alterações do humor, exaltação da degenerescência, aparente falta de compromisso ou responsabilidade, frieza ou passividade excessivas, por favor nos compreenda, pode ser tudo culpa da TPMen.